Diário de Mãe Parte I: “Tudo que podia fazer” – por Cristina Lebre

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Diário de Mãe Parte I: “Tudo que podia fazer” – por Cristina Lebre

Agora que a festa já aconteceu posso chorar à vontade…

Posso chorar por todo minuto e segundo e milésimo de segundo em que fui a mãe da noiva mais feliz do mundo nesse 20 de agosto de 2011, pois agora não tenho mais que me preocupar com a maquiagem, o vestido, as fotos, a produção…

Agora estou somente eu aqui, no secreto do meu quarto, aproveitando esse caderno lindo que você fez prá te dizer o quanto estou feliz…lembrando, chorando a cada instante, e ainda vou chorar muito mais, quanto tiver as fotos oficiais, o vídeo, quanto souber o quanto vocês curtiram a lua-de-mel, quando for vendo a casinha de vocês cada dia mais linda…

A minha sensação é de dever cumprido! Fiz tudo o que podia e devia fazer por minha filha mais que amada, e espero estar bem prá fazer também por sua irmãzinha, princesa de Jesus!

Foi também uma grande felicidade para o seu paizão, um cara bom demais, um fofo que, há 25 anos, se rendeu aos meus apelos de fazer você.  Tenho certeza de que hoje, mais que nunca, ele me agradece por eu ter enchido o saco dele, rsrsrsrsrsrs…

Vão longe, filhos! Alcem voos!  Conquistem!  Nós sempre estaremos ao lado de vocês, a qualquer momento!

Você me fez a mãe mais feliz do mundo em todos os seus anos de vida, mas principalmente neste último, em que me elegeu ” a mãe da noiva”.  Foi estupendo, foi tão maravilhoso que eu quase não precisei de mais nada…a não ser cuidar de sua avozinha, sua irmãzinha, Glauco, Dudinha…

Agora tenho de cuidar de minhas conquistas também.  Ainda tenho alguns projetos a concluir, lançar meu livro, escrever outro, e quem sabe outro…

Mas sempre estarei aqui, quando vocês precisarem, especialmente você, minha filha única, única do jeito que você é, a doçura do mel, a amizade do mais fiel amigo, a mulher frágil que, com sua terna voz, convence a todos de suas convicções.

Entender que você outro dia era um ser no meu ventre, “mês passado” aquele bebê bujudo, e hoje uma mulher casada é que é um mistério.   Coisas do tempo, do maldito relógio do tempo que há de acabar, que há de sumir enquanto adentramos a eternidade, prá dela nunca mais sair.

 

Amo vocês

Mãe

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